quinta-feira, 23 de julho de 2026

🚧 TRAGÉDIA NA PE-360: COLISÃO DEIXA AO MENOS 7 MORTOS NO SERTÃO DE PERNAMBUCO

Acidente envolveu van de programa de saúde e caminhão, na madrugada desta quinta-feira (23/07) Na madrugada desta quinta-feira, 23 de julho, por volta das 5h, uma grave colisão na rodovia PE-360, trecho entre os municípios de Floresta e Ibimirim, no Sertão pernambucano, deixou ao menos sete vítimas fatais. Segundo informações das autoridades, o acidente ocorreu entre uma van do programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD), da Prefeitura de Petrolândia, e um caminhão. O veículo levava pacientes e equipe para atendimento médico; ao todo, nove pessoas estavam na van, incluindo o motorista. Vítimas e atendimento Até o momento, foram confirmadas sete mortes: seis ocupantes da van e o condutor do caminhão. As circunstâncias exatas da colisão ainda são investigadas, e o estado de saúde de possíveis sobreviventes ainda não foi divulgado oficialmente. Imagens do local mostram a van completamente destruída pelo impacto, com destroços espalhados pela pista. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Instituto de Criminalística e IML foram acionadas imediatamente. A Prefeitura de Petrolândia informou que mobilizou todas as ambulâncias do município para socorro e suporte às famílias. A dinâmica completa só será esclarecida após conclusão das investigações. 📌 Questionamento do Blog: Fiscalização e regularidade do transporte Conforme relatos recebidos pelo nosso WhatsApp, é frequente que esse tipo de deslocamento — inclusive o transporte de pacientes realizado por prefeituras — seja feito em vans que, muitas vezes, não contam com a devida autorização da EPTI para circular. Diante dessa tragédia, fica a indagação: onde está a atuação efetiva do órgão estadual responsável por regular e fiscalizar o transporte intermunicipal de passageiros? Tanto nas regiões do Sertão, Agreste e Interior, quanto nos serviços de apoio à saúde, como o deslocamento de usuários do SUS. Esses veículos passam por vistorias? Recebem autorização formal para operar? Existem regras claras e compromissos de segurança que não estão sendo cumpridos? A van envolvida nesse acidente fatal, que ceifou sete vidas, tinha a licença válida da EPTI para realizar esse tipo de transporte? 📈 Contexto adicional: clandestinidade e impacto no transporte regular Além disso, o transporte clandestino cresceu de forma alarmante no Sertão e no Agreste pernambucano. O número de veículos — conhecidos popularmente como “toyoteiros” — é cada vez maior: cobram passagens com valores muito abaixo do mercado, mas funcionam sem regulamentação, sem garantias de segurança e sem cumprir as regras obrigatórias. Essa prática prejudica diretamente as empresas de linhas oficiais: elas perdem usuários, não conseguem retorno financeiro e ficam impedidas de investir na renovação da frota, veículos mais novos, ar-condicionado, acessibilidade e melhor qualidade. Diante disso, fica mais uma vez a pergunta: até onde chega a atuação da EPTI para combater essa clandestinidade? O problema não se restringe apenas às linhas irregulares: chega também aos serviços contratados pelas prefeituras para transporte de pacientes, onde não há clareza se as vans são legalizadas, autorizadas e devidamente fiscalizadas. Encaminhamos esses questionamentos à EPTI e permanecemos no aguardo de resposta oficial. Assim que recebermos, atualizaremos a matéria imediatamente. Fonte: Portal de Prefeitura / G1 | Atualizado às 10h04 | Questionamentos: Equipe Grande Recife Mobilidade Notícias

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